O primeiro passo na jornada ESG. Mensure a pegada de carbono da sua organização de ponta a ponta e tenha em mãos o diagnóstico exato para neutralizar o impacto ambiental do seu negócio com a STW Climate.
O Inventário de Gases de Efeito Estufa é o coração de qualquer estratégia climática corporativa responsável. É uma ferramenta fundamental que permite contabilizar, auditar e mapear as fontes emissoras de uma empresa ao longo de toda a sua cadeia de valor.
A STW Climate utiliza metodologias reconhecidas internacionalmente como o Programa Brasileiro GHG Protocol e metodologias da norma ISO 14064, para assegurar um levantamento de qualidade compatível com as regulações globais, auditorias rigorosas e selos sustentáveis.
Nosso time transforma um volume complexo de dados logísticos e energéticos em painéis dinâmicos e relatórios transparentes. Ao final do Inventário de Emissões GEE, auxiliamos na tomada de decisão sobre os pacotes de neutralização, mercado de créditos de carbono, mitigação com soluções inovadoras e emissão do Selo Ouro.
O Inventário GEE é um trunfo estratégico ESG no cenário corporativo atual. Conecte-se aos nossos especialistas.
O GHG Protocol (Greenhouse Gas Protocol) é a metodologia mais utilizada e reconhecida mundialmente para a contabilização de emissões de Gases de Efeito Estufa. Desenvolvido pelo WRI e WBCSD, ele é o padrão aceito por investidores, auditorias ESG e pelo Programa Brasileiro GHG Protocol. A STW Climate adota essa metodologia para garantir que os inventários dos nossos clientes sejam comparáveis, auditáveis e válidos internacionalmente.
O prazo depende do porte e complexidade operacional da organização (número de unidades, fontes de emissão, escopos contratados). Em média, um inventário bem estruturado nos Escopos 1, 2 e parte do 3 leva de 30 a 60 dias. A STW Climate opera com uma equipe dedicada que agiliza a coleta de dados e validação técnica para entregar dentro do prazo acordado, sem comprometer a qualidade do relatório.
Embora ainda não exista uma obrigação federal universal no Brasil, diversas regulamentações estaduais (como a Decisão de Diretoria CETESB nº 254/2012 em São Paulo) já exigem o reporte para determinados setores industriais. Além disso, empresas listadas em bolsa, exportadoras para a União Europeia (mecanismo CBAM) e corporações com metas ESG são fortemente pressionadas pelo mercado a terem seus inventários publicados e verificados. A tendência regulatória indica que a obrigatoriedade será ampliada nos próximos anos.